RECURSOS HUMANOS
"As organizações não existem sem as pessoas. Ainda que as instalações físicas, os equipamentos e os recursos financeiros sejam necessários para a organização, as pessoas – os recursos humanos – são particularmente importantes, eles trazem o brilho da criatividade para a instituição; as competências essenciais da organização dependem das competências individuais dos seus membros… Por isso, as pessoas constituem o mais valioso dos recursos das organizações. Se assim é na generalidade das organizações, por maioria de razão o é nas instituições cuja missão principal é educar e formar os novos recursos humanos."
FERNANDA RAMOS
OS NOSSOS DADOS
Os trabalhadores/ as suas competências, qualificações e empenho, são fundamentais para o sucesso e desenvolvimento de todas as organizações. São o ativo principal, e um dos mais diferenciadores, pois são eles que asseguram o desenvolvimento das atividades e, consequentemente, os projetos, seguindo as estratégias delineadas, e o cumprimento da missão.
A Fundação continua a assumir o primado da estabilidade e adequação dos recursos humanos, a par de uma efetiva racionalização na sua gestão, pelo que estes recursos são, em grande parte transversais às diferentes valências, em função das suas qualificações e competências e aptidões.
Atualmente a equipa é constituída por 115 trabalhadores/as e à semelhança das entidades que se dedicam à educação, apresenta uma taxa de feminização elevada. Mais de três quartos dos trabalhadores/as (76%) são do sexo feminino e verifica-se em todas as categorias profissionais e funções.

A contratação de recursos humanos assenta em procedimentos criteriosos de seleção, a partir da bolsa de recrutamento que é mantida em permanente atualização (receção de candidaturas espontâneas e respostas a anúncios).
Em 2024, os recursos humanos da Fundação Alentejo integravam 115 trabalhadores/as distribuídos/as pelas diferentes categorias profissionais e funções.
A maioria dos/as colaboradores/as da Fundação desempenha funções docentes (37%), seguindo-se os/as assistentes educativos/as (36%), técnicos/as da área administrativa e outras áreas (16%) e o grupo funcional “dirigentes, especialistas, técnicos/as superiores” (11%).

Quanto à natureza do vínculo laboral, constata-se que há uma estabilidade muito significativa dos recursos humanos da Fundação, a qual constitui, simultaneamente, uma das mais valias para o sucesso e eficácia das intervenções e um dos maiores desafios de gestão.
Esta circunstância – o vínculo estável – acontece, no que respeita ao pessoal docente e ao pessoal não docente, com maior expressão nesta última categoria profissional, dado que a composição das equipas pedagógicas (pessoal docente) é, forçosamente, objeto de aferição anual em função das áreas de formação implementadas (novas turmas e novos cursos).
Assim constata-se que dos 115 trabalhadores/as, 92 são internos com vínculo de trabalho e 23 são trabalhadores/as com outro tipo de vínculo, designadamente prestadores de serviço e beneficiários de medidas ativas de emprego.

Do conjunto das respostas socioeducativas da Fundação, a valência EPRAL, a mais antiga e a génese da entidade, continua a ser a mais expressiva, com 64% dos recursos humanos da instituição.
No que se refere ao CFA – Colégio Fundação Alentejo, pela natureza específica da sua atividade e da especificidade das qualificações dos seus recursos humanos, estes estão exclusivamente afetos a esta valência, assumindo um peso de 36%.

*Nota: A distribuição dos trabalhadores/as com atividade transversal às valências da FA, designadamente dos serviços centrais, tem em conta a valência de maior dedicação.

